Grandfúria lança primeiro projeto em formato digital do Financiarte
De músicas que nascem da metamorfose e da permissão em não respeitar limites surge o rock camaleônico. Esse é o conceito que mais se aproxima ao som da Grandfúria, capaz de transitar entre extremidades da música.
Tendo como únicos integrantes fixos os membros Vinícius Lima (vocalista e compositor) e Carlos Balbinot (nas guitarras e também assumindo a produção), a dupla lança seu primeiro álbum com participações de grandes músicos da região, como Gustavo Viegas (baixo), Diego de Toni (bateria), Maurício Pezzi (teclados), Beto Scopel (trompete), Cleber Comin (violão) e Rafael de Boni (acordeon).
A mutação define a música da Grandfúria. Cada uma de suas canções possui um estilo livre, tendo apenas o rock como fio condutor. Na primeira parte do projeto, há reminiscências de sintetizadores e da música pop dos anos 80, rock alternativo e paisagens Shoegaze (outro estilo de rock alternativo inglês). Já na segunda metade, mais pesada, notam-se referências à música nativista rio-grandense, aliadas a um pop rock de texturas lisérgicas e progressivas.
Diante dessa característica, uma tendência: não haverá um álbum físico, sendo as músicas lançadas, uma a uma, quinzenalmente, em formato digital (MP3 e FLAC). Os downloads poderão ser feitos de forma totalmente gratuita na página oficial www.grandfuria.com. Serão cinco meses de novidades ininterruptas. Os integrantes optaram por esta forma de compartilhamento livre de músicas na internet, utilizando o Creative Commons como licença das obras.
Esta é a primeira vez que um projeto custeado pelo Financiarte, da Prefeitura de Caxias do Sul, terá o formato exclusivamente digital. A data do lançamento da primeira música da Grandfúria, intitulada “Meu próprio fim”, está marcada para o dia 18 de maio.
As letras da banda são destacadas pela poesia, com inspiração de artistas de vanguarda dos anos 80 e 90, como a banda Smashing Pumpkins e seu consagrado disco Mellon Collie And The Infinite Sadness, que chama a atenção pela sua versatilidade e bom gosto.
Cada música lançada pela Grandfúria será acompanhada de uma peça gráfica exclusiva, produzidas por Maurício Cescon, e amplamente inspiradas em sonhos. Por se tratar de um álbum de caráter pessoal, foram utilizadas fotos de família distorcidas, misturadas a outros elementos surrealistas. Essa particularidade também foi capturada na fotografia de Douglas Trancoso, registrando o visual atípico da banda de maneira sóbria, com temas sombrios e máscaras venezianas. Todas essas ilustrações irão compor o encarte do álbum, que será apresentado em forma de dois EPs, como os antigos LPs que continham lado A e lado B.
Vinicius Lima foi compositor, guitarrista e vocalista da banda Zava, de Caxias do Sul, durante nove anos, com quem lançou dois discos. Carlos Balbinot é produtor e o seu último registro como guitarrista foi na banda Stellar, com quem lançou um EP em 2009.
Slow Bricker lança álbum “My Answer to Everything”
Uma simples pedra solta na calçada, que espirra água nos pedestres que nela pisam inadvertidamente em dias de chuva, desencadeia toda a inspiração para um álbum. É como se relacionasse com a teoria do caos: algo simples que ocorre aqui, como o bater das asas de uma borboleta, ocasiona catástrofes, como um furacão, em outros lugares. É esse o papel da “pedra surpresa” no caminho: dar origem a uma verdadeira enxurrada de ideias na cabeça do vocalista e compositor do Slow Bricker.
My Answer to Everything, primeiro CD da banda caxiense, é, de fato, a resposta a tudo o que o power trio quis representar com a sua obra. A produção musical do disco é assinada por Roger Fingle. A gravação, masterização e mixagem foi feita no Estúdio Nitro. Assina a arte gráfica o próprio vocalista, Lucas Lizot, e as fotos da capa e contracapa são de Cristiano Dalla Rosa e Daniel Schüür.
Custeado pelo Financiarte, da Prefeitura de Caxias do Sul, o álbum vai ser lançado no dia 26 de maio, às 23h, no Aristos London House, junto ao Clube Juvenil (Avenida Júlio de Castilhos, 1677). Os ingressos custam R$8 feminino e R$10 masculino. Neste dia, será comercializado o CD por um preço promocional: R$5. O show também terá uma banda convidada, a Loomer, de Porto Alegre. No evento, haverá sorteios e exposição de produtos das seguintes marcas: Kollector, Polvo Store e Poison Candy. Pipocas doces e salgadas serão distribuídas a vontade para o público ao longo de todo o evento.
Conceitos
A enxurrada de ideias iniciais que surgiram na mente do vocalista acabou por trazer inspirações que fundamentaram todo o álbum da banda. Cada pequeno detalhe, do nome da banda, até cada frase de cada letra, tem uma explicação racional. A arte da capa, então, merece uma descrição a parte: a foto mostra uma pessoa que não desvia da pedra solta na calçada, pois o que quer é romper com o que é certo, quer encontrar a surpresa. Só que acaba se molhando antes mesmo do contato com a pedra, é a reação que antecipa a ação. Esse surrealismo, que norteia o trabalho como um todo, teve inspiração até no importante pintor espanhol Salvador Dalí.
Todo o encarte do CD se utiliza do preto e branco, focando a ação. Para cada uma das 12 músicas há um desenho diferente, que se interliga com a letra. A contracapa traz a foto um velho palhaço triste, que remete a alguém que tenta trazer alegria, mas que está esquecido em um lugar vazio.
A pedra, que está solta porque não se encaixa na calçada, é uma analogia a quem não se enquadra nos padrões da sociedade, e representa o âmago da motivação que faz o Slow Bricker produzir suas músicas. Para quem age sempre do mesmo jeito correto, e quer evitar surpresas, as coisas que acontecem ao redor passam despercebidas, como quando a calçada é bem feita e não absorve a água. A pretensão das músicas é que a sua mensagem molhe alguém, surja identificação e traga significado para o ouvinte.
As letras também seguem esse rumo, fazendo críticas a fatos do cotidiano, incentivando a reflexão e a liberdade. Mas as mensagens estão subentendidas, são subjetivas para que o público busque a sua própria compreensão.
O som do Slow Bricker remete ao rock dos anos 90, mas sem deixar de soar contemporâneo. Fugindo do grunge tradicional, a base se mistura com a cultura pop daquela década, como o desenho Beavis and Butthead. O gosto por bandas como Hüsker Dü, Fugazi, Alice in Chains, Queens of Stone Age, Tool e Pixies ficam evidentes na sua sonoridade.
Perfil
O Slow Bricker começou suas atividades em 2009, quando Lucas Lizot (vocalista e guitarrista) e Rafael Ritter (baixista) encontraram Jonas Bustince para assumir a bateria. Após essa formação, a banda tentou algumas vezes a inserção de mais um guitarrista, porém acabou se afirmando ainda mais como power trio.
No final do mesmo ano, a banda começou a compor misturando influências de rock alternativo, stoner rock, punk/hardcore a elementos do rock progressivo e noise. A partir do início das composições, a banda decidiu chamar-se Pedra Surpresa. No ano de 2010, vieram os primeiros shows em algumas cidades do Rio Grande do Sul, em pequenos bares e festivais independentes; e no início de 2011 a banda decidiu trocar o nome para Slow Bricker, por se enquadrar mais com a sonoridade desenvolvida.
No blog da banda (http://slowbricker.wordpress.com/) é possível acompanhar os diários das gravações de seu primeiro CD, atualizado semanalmente com novos vídeos e imagens. No endereço http://soundcloud.com/slowbricker é possível ouvir algumas músicas do CD.
Juliano Moreira lança CD de MPB
Max Viana, filho do Djavan, participa de gravação do DVD do músico
Em si. Em um álbum tão mergulhado na essência de seus próprios sentimentos, o título escolhido por Juliano Moreira para a sua primeira obra não poderia ser outro. Além do mais, esse é o tom da música que dá nome ao CD composto por doze canções autorais de MPB.
Para mostrar o seu trabalho custeado pelo Financiarte de Caxias do Sul, Juliano se reúne com convidados e lança o CD em um show na Casa da Cultura (Rua Dr. Montaury, 1333), no dia 22 de abril, às 20h. Os ingressos custam R$10.
O mesmo show vai ser gravado para a realização de um DVD, no dia 25 de abril, às 20h30, no Centro de Cultura Ordovás, em Caxias do Sul (Luiz Antunes, 312). A entrada também custará R$10. Este show contará com a participação especial de Max Viana, filho do cantor Djavan.
Apesar de intimista, o disco não fala apenas de amor, mas também das diversas situações do cotidiano, afinal, foi construído ao longo de 10 anos. O ouvinte vai passando por vários climas no decorrer das faixas, em uma mistura brasileira de estilos, envolvendo funk, bossa nova e, sobretudo, MPB. Tudo inspirado nos grandes compositores como Djavan, Gilberto Gil e João Bosco.
Neste CD, acompanham-no os músicos: Renato Massa Calmon, Alberto Continentino, Lazaro Nascimento, Ricardo Silveira, Diego Andrade, Tiago Barbosa, Dalua, Júlio Cesar, Zé Canuto, Aldivas Ayres e Marcio André. A gravação foi feita no estúdio Cia dos Técnicos, em Copacabana, no Rio de Janeiro, além dos estúdios Shekhinah Records, Continum Estúdio, Estúdio MM83 e Jardim Elétrico. Foi masterizado no Visom digital por Ricardo Dias, e mixado no Continum Estúdio por Davi Soares. A arte gráfica é assinada por Alejandro Montres de Oca.
Juliano Moreira é músico de carreira e um dos compositores mais recentes de MPB da Serra Gaúcha. As suas canções já foram interpretadas por outros músicos do estilo na região. Já tocou com artistas consagrados como Max Viana, Leandro Lehart, Bebeto Alves, Tonho Crocco, entre outros.
Mindgarden lança álbum masterizado no lendário estúdio Abbey Road
Banda une elementos do rock clássico, grunge, psicodelia e jazz
Com o nome proveniente de um filme da contracultura dos anos 60, a Mindgarden não poderia, de fato, ter um som dentro dos padrões tradicionais. Desde a formação, em 2009, em Caxias do Sul, a banda nunca teve a pretensão de ter uma sonoridade específica: o objetivo sempre foi misturar as influências e as ideias dos seus integrantes e deixar a música fluir livremente. E foi assim que influências de bandas como Radiohead, Pink Floyd, Led Zeppelin, Queens of Stone Age, The Mars Volta e Jimi Hendrix se fundiram com elementos e sonoridades regionais, jazz, grunge e post-rock.
O resultado pode ser ouvido no primeiro CD da banda, homônimo, custeado pelo Financiarte, da Prefeitura de Caxias do Sul. O lançamento ocorre no dia 31/03, às 21h30, na Casa das Oficinas (Rua Dr. Augusto Pestana, 50) em Caxias do Sul. A entrada é franca, mas sugere-se a doação de alimentos não perecíveis.
O álbum foi gravado/mixado na Noise Produtora de Áudio. A produção musical ficou por conta de Carlos Balbinot e Marcelo Moojen, e a masterização foi feita no lendário estúdio londrino Abbey Road, mundialmente conhecido pelo seu trabalho com Os Beatles.
Composto pelos músicos Marcelo Moojen (guitarrista e vocalista), Luis Fernando Alles (guitarrista), Rafael Kubickewsky (baixista) e Mateus Mussatto (baterista), o quarteto, que surgiu e realizou diversos shows como banda instrumental, surpreendeu o seu público ao incluir vozes nas músicas.
Conceitual, o álbum traz seis músicas em inglês que, em uma análise superficial, parecem contos independentes, mas que depois se revelam fragmentos de uma história maior, indivisível e não-linear. Esta história é contada não só pelas letras, mas também pela dinâmica do álbum e suas sonoridades. Com arte gráfica assinada por Laura Sonego, o CD traz na capa a arara, ave-símbolo da fauna brasileira e também símbolo do som psicodélico e multifacetado do grupo.
Os dois primeiros singles do álbum, chamados Beach Times I e Unattended estão disponíveis no site http://soundcloud.com/mindgardenmusic/.
Todos os integrantes da Mindgarden possuem passagens por importantes bandas da região: Marcelo tocou guitarra por seis anos na TiaChica, tendo gravado dois CDs com o grupo; Luis gravou um CD com a Exilados, Rafael é baixista da A Célula, e Mateus gravou um CD quando era baterista da Bacon 27, tendo estudado jazz em Los Angeles durante um ano.
Clã-Destino disponibiliza músicas no Itunes Store
A Clã-Destino está disponibilizando para download no Itunes Store as músicas de seu primeiro CD. É a primeira banda independente do Rio Grande do Sul a colocar as suas músicas na loja online.
São 13 faixas que os usuários podem baixar, a um custo de 99 centavos de dólar cada. O álbum na íntegra sai por $9.99.
A banda também pretende disponibilizar todo o seu DVD na loja, com vídeos e músicas, após o seu lançamento, previsto para maio deste ano.
O Itunes Store é uma loja online da Apple que permite usuários de iPad, iPhone, iPod, Mac e PC comprarem e baixarem músicas online. Em dezembro de 2011, a empresa lançou a versão para o Brasil e para a América Latina, o que permitiu que artistas locais disponibilizassem as suas músicas para download.
DVD INÉDITO
Em comemoração aos dez anos da banda, a Clã-Destino fez um show para a gravação do seu primeiro DVD em 11 de junho de 2011. Em maio, para o lançamento, o grupo caxiense promete mais um show para os seus fãs.
O material, custeado pelo Financiarte da Prefeitura de Caxias do Sul, contará com 15 músicas, sendo cinco faixas inéditas. A filmagem foi realizada pela Moving Studios em HD e em Blu-Ray e o áudio foi gravado em Dolby Digital 5.1, com opção também em DTS, pelo estúdio Digital Master.
PERFIL
A Clã-Destino nasceu em 2001, em Caxias do Sul. Seu estilo ficou marcado pelo pop-rock atual e otimista. Suas influências misturam diferentes vertentes, como Bon Jovi, Red Hot Chili Peppers, Led Zeppelin, Barão Vermelho, Cidadão Quem, Papas da Língua, entre outros.
Em 2006, lançou o seu primeiro CD, homônimo. Dele surgiram os sucessos radiofônicos Infinito, Se eu Pudesse e Encontrar.
O line up conta com Guizó Argenta nos vocais e guitarra, Rubem Citton Jr. na bateria, Juliano Boz também na guitarra e Maikol Nora no baixo.
LaCross apresenta CD homônimo
A LaCross faz um rock contemporâneo, com melodias pop, na onda de Nickelback, Foo Fighters, Creed, etc e tal. A banda resgata a época dos bons vocalistas, com vocal ousado, notas agudas e interpretação fiel ao estilo, na dosagem certa. Com refrões fortes, pegajosos e fáceis de memorizar, a LaCross aposta no público jovem. Nada de letras complexas e filosóficas, a banda fala do cotidiano, das relações sociais e das conquistas do dia a dia. A proposta é fazer um pop rock original, sem segundas intenções.
Da onde vem? pra onde vai?
A LaCross nasceu em 2007, em Caxias do Sul. O vocalista e baixista Rodrigo Marenna é um músico experiente do Rio Grande do Sul, toca profissionalmente desde 1994 e desenvolveu um trabalho consistente com sua banda anterior, a Poser, de Pelotas. E foi quando Rodrigo decidiu trocar os doces de Pelotas pelos vinhos da Serra Gaúcha que encontrou seus atuais companheiros de banda, o baterista Diego De Toni e o guitarrista Ricco Sirtoli.
Em novembro de 2009 o trio teve projeto aprovado no Financiarte para a gravação do seu primeiro CD oficial. Com dez composições autorais, o disco está sendo gravado nos Estúdios AltaVoz, com produção musical de Mauro Caldart. Quem assina a arte gráfica do encarte é Alan Troian e as fotografias ficam por conta de Gustavo Vara, que também é fotográfico da Fresno.
Diego De Toni em programa de rede nacional
O baterista Diego De Toni, 18 anos, participou da segunda temporada do programa Geleia do Rock, no Multishow. O músico foi um dos 17 escolhidos entre mais de dois mil candidatos do país inteiro. O 18º integrante do programa será eleito por voto popular. Os participantes ficaram confinados durante três semanas no excêntrico estúdio Toca do Bandido, no Rio de Janeiro, onde já gravaram muitos artistas consagrados do cenário nacional. O baterista estudou com professores de destaque na Serra Gaúcha como Fernando Zorzi e João Viegas, além de Thiago Caurio, baterista da banda Astafix, liderada por Wally (ex-CPM 22). Diego também participou de cursos específicos de aperfeiçoamento de técnica com Roberto Ceccato e Rodrigo Lopes. Atualmente toca nas bandas Gringo à Bordo, Sunny Music e Bipolar, além da LaCross.
Contato:
Os Oitavos lançam “Armas de Distração em Massa”
Os Oitavos estão em turnê de lançamento do disco “Armas de Distração em Massa”. O CD foi patrocinado pelo Financiarte, da Prefeitura de Caxias do Sul.
Os Oitavos fazem rock. É rock atual, elegante, forte e com conteúdo. Os Oitavos são ousados e dizem o que deve ser dito sem floreios. A verdade pode não ser tão agradável como a mentira ou a ilusão, mas eles estão mais interessados na verdade transparente, por mais dolorida que possa ser. Formada por Johnnie Haeuser (vocal, guitarra e piano), Cris Selbach (baixo), Lucas Daneluz (guitarra) e Ricardo Dini (bateria), a banda apresenta um disco que é como um tapa na orelha daqueles que andam desavisados por aí.
No álbum de estreia, as letras são instigantes e inquietas, versando sobre desabafos, críticas, fé e temas existenciais. O título “Armas de Distração em Massa” é uma ironia sobre os mecanismos de alienação da sociedade contemporânea. Algumas músicas têm características radiofônicas, com refrãos fortes e marcantes. Outras são como histórias, mais profundas e reflexivas, que levam o ouvinte a diferentes climas.
As influências seguem o estilo do rock alternativo, como Radiohead, The Strokes, The Killers, Muse, ColdPlay, Travis, Star Sailor, Jars of Clay, Switchfoot, As Tall As Lions,U2, entre outros.
A gravação e a mixagem do disco foram realizadas no Estúdio Soma,em Porto Alegre, e a masterização, no JP Masters (Carolina do Norte – EUA), por Dave Locke. Quem assina a produção musical é Ray-Z (RPM, Nenhum de Nós, Júpiter Maçã, Cartolas, Vera Loca, etc). A arte gráfica ficou por conta de Lula Sonego.
Contatos:
Blog: www.oitavos.wordpress.com
Músicas: www.myspace.com/oitavos
www.reverbnation.com/osoitavos
Downloads: www.tramavirtual.com.br/os_oitavos
Twitter: www.twitter.com/osoitavos
Facebook: www.facebook.com/osoitavos
Fernando Aver Jazz Trio lança CD
O mais clássico do jazz. É esse o conceito que o primeiro CD do Fernando Aver Jazz Trio, homônimo, apresenta. Custeado pelo Financiarte da Prefeitura de Caxias do Sul e gravado no Estúdio W37, o álbum de estreia do trio busca a essência mais pura do estilo, tanto em sonoridade, estrutura musical, timbres, improvisação e formação de trio de jazz, com guitarra, baixo e bateria. Até mesmo quando falam em inovação, os músicos da banda mantém o foco no jazz – afinal, jazz é jazz, concluem, e os experimentos devem ser feitos mantendo sempre a linguagem característica do estilo, o que não é muito respeitado atualmente.
TENDÊNCIA
Seguindo essa linha, o CD apresenta uma junção dos melhores estilos de jazz, como bebop, modal e clássico. Reúne ainda elementos da música brasileira, tais como samba e baião. As influências para o material vêm de Wes Montgomery, Jim Hall e Pat Metheny, que permeiam também as guitarras. As técnicas utilizadas para estas, além das típicas de guitarra jazz, aparece a chamada “golden thumb” e oitavas do já citado Montgomery.
Os timbres também seguem a linha clássica do jazz – são utilizadas guitarras acústicas Condor Nelson Faria Jazz Model e baixo acústico em quase todas as músicas. Mas o destaque é para a mixagem e masterização, feitas de uma maneira tradicional que preserva os timbres e todas as variações de dinâmica feitas pela banda, sem o uso excessivo de plug-ins.
PERFIL
Fernando Aver atua como músico profissional e professor de música desde 1988, e trabalha na área de jazz há 17 anos. Em 2008, diante da necessidade de mostrar o seu trabalho solo – com a guitarra em primeiro plano – fundou o Fernando Aver Jazz Trio. A formação que gravou o disco conta com Fernando Aver na guitarra, Marcos Petta no baixo e Rodrigo Zorzi na bateria. Em 2010, o trio foi a atração principal do New Jazz Festival, festival de jazz de Caxias do Sul.
Elixir lança CD Get Out
Depois do lançamento do cd Get Out em Caxias do Sul, a banda Elixir agora se concentra nas três apresentações que fará em Bento Gonçalves e Garibaldi nos próximos dias.
Há mais de uma década na estrada, o grupo tem trabalhado incessantemente, com excelente sintonia energética com seu público. A força trazida do blues unida à energia vital do rock definem o som da banda: expressivo, ágil e sensual, com uma roupagem bem atual. De quebra, a Elixir destila seu repertório autoral, temperando os shows com covers de clássicos do hard rock.
Elixir é Vinnie (lead and backing vocals), Della (bass guitar), Giovas (electric and acoustic guitars), Marcão (keyboards, synth and organ) e Mau (drums).
A Elixir conquistava seu espaço ainda no ano de sua formação (2005), com a realização de shows-tributo ao Guns N’ Roses, apresentados em consagrados templos do rock’n’roll serrano, como o Bar Joe e Psycho House Classic Pub (Garibaldi), Revival Rock Bar (Caxias do Sul), John Bull e Bulevard (Bento Gonçalves). Foi uma das quatro bandas gaúchas selecionadas pela MTV (a mais votada), gravando quadro com a banda Cachorro Grande, em Bento Gonçalves (em julho de 2008).
No ano seguinte, estruturou um show eletroacústico, repercutindo agilidade e versatilidade. O carisma dos músicos e a qualidade musical da banda renderam nova intervenção na MTV, agora no mês de outubro de 2011. Os apresentadores Pepe e Tiago entrevistaram a rapaziada na Cave de Pedra (Vale dos Vinhedos), interessados no processo criativo, no estilo, nas atitudes e nas histórias vivenciadas pela banda nos seus dez anos de carreira. A entrevista já está no ar. De lambuja, além da degustação do bom cabernet da região, os VJs ainda levaram pra casa camisas e CDs da Elixir.
Com os anos de integração, a banda passou a desenvolver criações coletivas, formando o repertório que viria a originar o CD Get Out, em 2011. A gravação foi realizada no Norcal Studios (SP) e contou com produção e arranjos de Adriano Daga (Grammy Latino) e Brendan Duffey (produtor californiano).
A qualidade do material produzido foi atestada quando na recente turnê de Slash, ex-guitarrista do Guns N’ Roses pelo Brasil, duas faixas do CD Get Out da Elixir foram selecionadas para rodar nos PAs junto com o set list da trilha que antecedia os shows.
Veja mais: http://elixir.fm
New Metal: Mouai lança CD O Sono sem Sonhos
A identificação da banda Mouai com o Vagão Bar, em Caxias do Sul, é profunda. Foi ali que a banda nasceu em uma reunião no final de 2007. Nada mais justo, portanto, do que escolher o local para o lançamento do primeiro CD. O evento ocorre no dia 22 de outubro, no Vagão Classic (Júlio de Castilhos, 1343), e promete, além do show, apresentação dos vídeos de making of das gravações do álbum.
A Mouai conta com o peso das suas letras e melodias para agradar aos fãs do estilo new metal. E peso é realmente o negócio da banda. Com referências como Machine Head, Sepultura e Slipknot, os integrantes procuram fazer um som com riffs bem definidos, batidas marcantes e melodias harmoniosas. Custeado pelo Financiarte, o CD intitulado O Sono sem Sonhos foi gravado nos Estúdios AltaVoz e conta com 13 faixas de músicas próprias cantadas em português, uma ousadia da banda, já que isso não é comum dentro do estilo do heavy metal.
A criação das canções de todo o álbum foi baseado em jam sessions feitas durante os ensaios. Era aleatório: iniciava-se um riff de guitarra, ou uma batida diferente na bateria, e se desencadeava todo o processo criativo e coletivo da banda, passando pela letra, até a versão final.
PERFIL
Nascida originalmente sob o título Double Bluff, a banda Mouai resolveu trocar de nome em busca de uma identidade mais ligada ao local. A inspiração surgiu de tatuagens do baterista e do vocalista, em referência aos Moais, estátuas de pedra gigantes da Ilha de Páscoa.
A ideia para uma banda de new metal surgiu entre os integrantes no final de 2007, mas apenas em fevereiro de 2008 iniciaram-se os trabalhos, em Caxias do Sul. Após algumas mudanças de formação, a Mouai se consolidou com Daniel Fiu no vocal, Marcelo Poletto na guitarra, Rafa Dewes na bateria e Aurélio Cassina no baixo.
De lá para cá, a Mouai já gravou um EP com quatro músicas, e tocou em importantes festivais de metal da região. A banda também conquistou diversos fãs na região do Vale do Rio dos Sinos. Acompanhe o trabalho da banda pelo sitewww.bandamouai.com.









